Daniel celebra origens e canta com padre Fábio de Melo em CD

Fanático por futebol o cantor Daniel cumpre sempre o mesmo ritual em época de Copa do Mundo.

“Visto a camisa da Seleção, reúno os amigos em casa e coloco
aquela pipoquinha para estourar”.

Mas este ano será diferente.

É possível que o artista comemore os (esperados) gols do Brasil
entre uma troca de fralda e outra.

Recém-casado com a modelo Aline de Pádua e pai da pequena Lara,
de 6 meses, Daniel agora é um “chefe de família”.

“O amor de pai para filho é sublime. Dou banho, troco fraldas e,
agora que ela toma mamadeira, estou dando mamadeira.

Vivo para Lara”, derrete-se.

Apesar das mudanças e conquistas pessoais e profissionais,
o passado ainda deixa saudades.

Pensando nisso, o ídolo sertantejo lança seu 16º CD e 4º DVD,
não por acaso intitulado Raízes.

O show começa e termina com Daniel tocando berrante e entoando
o clássico Disparada. “Serei para sempre peão.

O trabalho é um resgate da minha carreira e da minha vida.

E ainda assim é novo para mim.

Pela primeira vez, faço um disco em formato acústico”, comemora Daniel.

Ele dedica o projeto ao eterno parceiro João Paulo,
morto em um acidente de carro em 1997.

“A última imagem que tenho de João Paulo é dele no saguão do
hotel de São Caetano, despedindo-se para voltar para Brotas.

Ele estava no elevador, vi as portas se fecharem sem imaginar
que aquela seria uma viagem sem volta”, declara, emocionado.

“É inevitável sua presença em tudo que faço. Ele será minha
inspiração para sempre”, confessa.

No repertório do disco, sucessos da dupla e da carreira solo de Daniel
como Estou Apaixonado e Fricote.

Padre Fábio de Melo faz participação especial na canção Só o Amor.

“Tive a honra de conhecer o padre em um show no Citibank Hall e
decidi convidá-lo para o CD.

Ele tem uma energia muito positiva”, elogia.

Seu pai, José Camillo, também participa do trabalho.

“Ele é meu grande espelho, meu maior ídolo”, diz o cantor,
que agora sente na pele o significado da palavra paternidade.

“É uma responsabilidade enorme. Mas tenho 41 anos.

É diferente de ter 18, 19. Estou mais centrado”, garante.

Galã da música sertaneja, Daniel mantém a forma física com futebol
e boa alimentação.

“Jogo bola sempre.

E torço pra caramba pelo Brasil. Não sei se Dunga fez boa escolha.

Mas o importante é que os atletas deem o sangue pela nossa vitória”, deseja.

A carreira de ator é outra paixão do artista, que participou
da novela Paraíso e do filme
O Menino da Porteira, ambos em 2009.

“Esses trabalhos me proporcionaram muita satisfação.

Não tenho pretensões, mas se surgirem convites, podemos conversar”.

Sertanejo universitário

Sobre a explosão do sertanejo universitário, Daniel afirma:
“Tenho amigos que dizem: Pô, os caras estão surgindo e
acontecendo e a gente aqui
há tanto tempo.

Mas isso é bom porque fortalece o sertanejo.

O que importa é fazer um trabalho de qualidade”, avalia.

Daniel se diz eternamente grato às fãs: “Artista que não gosta
de assédio tinha que mudar de profissão.

Junto ao dom de cantar, vem a missão de levar alegria para as pessoas”.

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